quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

PROPOSTA DE CRIAÇÃO DE FAIXA DE FATURAMENTO PARA MEI DE R$ 60mil até R$ 120mil

Nos estudos realizados pela Fundação Geúlio Vargas sobre melhorias tributárias para os pequenos negócios, uma proposta acalenta os sonhos de crescimento de 4,5 milhões de pessoas que já se cadastraram como MEI (Microempreendedor Individual).
Trata-se de figura jurídica que entrou em operação em julho de 2009 para empreendedores que faturam por ano até R$ 60 mil, assegurando direitos previdenciários, nota fiscal e CNPJ com o pagamento de apenas 5% do salário mínimo.
Foi proposta a criação de uma faixa de transição que seria de R$ 60 mil a R$ 120 mil por ano. A contribuição passaria de 5% para 11% do salário mínimo, mantidos R$ 1 para o ICMS ou de R$ 5 para o ISS.
O texto da FGV foi encaminhado pelo ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, ao governo e à Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa.
Estima-se que os efeitos da criação da faixa de transição para o MEI virar microempresa seja de R$ 570 milhões.
O valor pressupõe que as empresas atualmente no Simples Nacional, nessa faixa de faturamento, cuja atividade seja compatível com as 400 já autorizadas que tenham até um empregado, façam a escolha pelo regime do MEI.
Fonte: DCI-SP

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

TAXA DE LICENCIAMENTO, DPVAT E IPVA 2015 (MG) - SAIBA QUANTO IRÁ DESEMBOLSAR PELA SUA CARRETA EM 2015

 IPVA 2015


 TAXA DE LICENCIAMENTO 2015



 DPVAT 2015







quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

USO PROLONGADO DE OMEPRAZOL PODE CAUSAR DEMÊNCIA


Utilizado por quem tem esofagite de refluxo; gastrite; acidez estomacal; úlcera duodenal; úlcera do estômago e outros tratamentos, o omeprazol é o segundo medicamento mais consumido no mundo, da classe dos anti-ulcerosos que reduz a secreção ácida, porém, muitas vezes as pessoas usam esse medicamento sem passar a prescrição médica, o que é um grande problema, pois além da automedicação não ser indicada, o uso prolongado de omeprazol pode levar a demência. É o que atestou um estudo publicado na revista da Associação Médica Americana (JAMA).

O estudo avaliou a relação entre o consumo contínuo (por dois anos ou mais) de doses elevadas de omeprazol, que correspondem a 40 miligramas diários e a falta de vitamina B12 no organismo, que pode levar a problemas neurológicos graves, como demência e anemia.
Durante 14 anos (de 1997 a 2011), os especialistas fizeram a comparação entre um grupo de 25.956 pacientes com diagnóstico de déficit de vitamina B12, com outro de 184.199 pessoas sem esse transtorno, e o estudo apontou que as pessoas que tomaram omeprazol ou similar durante muito tempo tinham 65% mais chances de ter níveis baixos de vitamina B12. Já os pacientes que utilizam o medicamento mediante consultas médicas não precisam se preocupar.
A pesquisa, no entanto, alerta que as pessoas que se automedicam devem, pelo menos, reduzir pela metade a quantidade de remédio, ou ao menos fazer pausas entre um período e outro de uso. Assim, parte da quantidade de vitamina B12 necessária poderia ser recuperada pelo organismo. Porém, independente do estudo, o correto é nunca usar medicamentos sem orientação médica.
CONSCIENTIZAÇÃO
A notícia porém, não surpreendeu os médicos. Segundo o presidente da Seção de Medicina da Família e da Academia de Ciências Médicas de Bilbao, José Antonio Estévez, há mais de 5 anos os profissionaos da saúde vinham ouvindo falar da existência de todos estes efeitos secundários, porém, não é fácil a sensibilização tanto dos profissionais de saúde como dos seus pacientes, fazer o uso mais racional do medicamento.
Ainda de acordo com o especialista, o surgimento do remédio foi uma verdadeira revolução no tratamento de úlceras gástricas - uma das principais indicações do medicamento.
(DOL com informações do site Mundo Conectado)

COMO COLOCAR PARÊNTESES EM NÚMEROS NEGATIVOS NO EXCEL



As configurações de Formatos de Números e Moedas no Windows tem que ser alterados para mostrar em parênteses como números negativos.
Por isso não exibe o "()" em números negativos no Excel.

Segue os passos:
Feche o Excel.
Abre o Painel de Controle (Altere para exibir ícones Grandes) -> Localize Região e Idioma.
Clique no botão Configurações Adicionais...
Na guia Números, em Formato de número negativo altere para (1,1).
Na guia Unidade Monetária, em Formato de moeda negativo altere para ( R$ 1,1).
Clique em Aplicar e OK e pronto!


terça-feira, 2 de dezembro de 2014

APROVADA A PROPOSTA DE PAGAMENTO DO VALE-ALIMENTAÇÃO E TRANSPORTE EM DINHEIRO DIRETAMENTE AO EMPREGADO



A Comissão de Desenvolvimento, Indústria e Comércio aprovou proposta que permite o pagamento de vale-alimentação, refeição e transporte em dinheiro, diretamente ao empregado.
Essa foi a principal modificação do relator, deputado Angelo Agnolin (PDT-TO), em seu substitutivo ao Projeto de Lei Complementar (PLP) 254/13, do deputado Guilherme Campos (PSD-SP). “Quem tem melhores condições de decidir a cesta de consumo que mais traz bem-estar é o indivíduo e não o Estado. Se em uma semana, o trabalhador resolveu ir todos os dias a pé para o trabalho e poupar para adquirir uma camisa, por que ele não poderia fazê-lo?”, questionou Agnolin.
Segundo o relator, o atual modelo acaba beneficiando apenas as administradoras dos cartões, que cobram taxas entre 3% e 7% sobre o valor da venda. Agnolin lembrou que o auxílio alimentação pago na Câmara dos Deputados é feito em dinheiro como parte da remuneração de servidores. “Não se tem notícia de os assalariados da Casa estarem reclamando e solicitando um cartão benefício no lugar.”
Vale-cultura 
Agnolin fez uma alteração em seu relatório, a pedido do Ministério da Cultura, para que a nova regra não seja aplicada ao vale-cultura. O benefício de R$ 50 é oferecido por empresas a trabalhadores que recebem até cinco salários mínimos, e pode ser usado para pagar ingressos de teatro, cinema e shows, e comprar livros e revistas. “O ministério disse que ficaria estranho o vale-cultura sofrer o mesmo tratamento sendo que a argumentação foi feita aos vales de alimentação e transporte”, disse o relator.
Fiscalização
O substitutivo, aprovado no dia 12 de novembro na comissão, manteve a inclusão dos chamados cartões benefício entre os meios de pagamento autorizados pelo Banco Central. Esses cartões costumam ser oferecidos por empresas aos seus funcionários em diversas modalidades – como alimentação, refeição e transporte –, mas não estão mencionados na Resolução3.919/10, do Banco Central, que trata da regulamentação do cartão de crédito. A medida aumentaria, por exemplo, a fiscalização sobre as operadoras desses cartões. Hoje no Brasil três empresas dominam o mercado de vales-alimentação.

Agência Câmara